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Métodos Contraceptivos

Written by on 20 de Abril de 2010 in Contracepção, Geral, Vida Sexual - 63 Comments
CONTRACEPÇÃO HORMONAL ORAL

TIPOS
Contraceptivo Oral Combinado (COC): contém etinil-estradiol e um progestagénio. Pode ser monofásico, bifásico ou trifásico
Progestativo Oral (POC): contém só progestagénio

CONTRACEPTIVO ORAL COMBINADO (COC)
Os contraceptivos orais combinados comercializados actualmente contêm doses reduzidas de hormonas, pelo que podem ser utilizados pela generalidade das mulheres, desde a adolescência até a menopausa. Não havendo razões médicas que justifiquem outra opção, as mulheres mais jovens, em geral, adaptam-se melhor aos contraceptivos com doses mais elevadas de estrogénios.

EFICÁCIA
Taxa de falha: 0,1 a 1 gravidez em 100 mulheres/ano
Depende da utilização correcta, regular e continuada.

VANTAGENS
Tem elevada eficácia contraceptiva
Não interfere com a relação sexual
Regulariza os ciclos menstruais
Melhora a tensão pré-menstrual e a dismenorreia
Contribui para a prevenção de:
DIP e gravidez ectópica
Cancro do ovário e do endométrio
Quistos funcionais do ovário
Doença fibroquística da mama
Não altera a fertilidade, após a suspensão do método

DESVANTAGENS
Exige o empenho da mulher para a toma diária da pílula
Não protege contra as ITS, nomeadamente SIDA e Hepatite B
Pode afectar a quantidade e a qualidade do leite materno quando usado durante a amamentação

CONTRACEPTIVO ORAL COM PROGESTAGÉNIO (POC)

EFICÁCIA
0,5 a 1,5 gravidezes em 100 mulheres/ano
Depende da utilização correcta, regular e continuada.

VANTAGENS
Tem elevada eficácia contraceptiva
Pode ser utilizado em algumas situações onde os estrogénios estão contra-indicados
Não parece modificar a quantidade ou a qualidade do leite materno, podendo ser utilizado durante o período da amamentação
Pode contribuir para a prevenção da doença fibroquística da mama, da DIP, do cancro do ovário e do endométrio
Não altera a fertilidade, após a suspensão do método

DESVANTAGENS
Exige o empenho da mulher para a toma diária da pílula
Não protege contra as ITS, nomeadamente SIDA e Hepatite B
Associa-se com irregularidades do ciclo menstrual
Os erros na toma podem resultar em gravidez mais facilmente do que com o COC

INÍCIO DO MÉTODO

COC:
Iniciar preferencialmente no 1º dia do ciclo ou até ao 5.º dia da menstruação, não necessitando, nestas circunstâncias, de outro método contraceptivo complementar. Em casos particulares, a pílula pode ser iniciada em qualquer dia do ciclo (desde que haja a segurança de que a mulher não está grávida), devendo ser utilizado um método adicional nos primeiros 7 dias.
Tomar o comprimido diariamente e à mesma hora, durante 21 dias.
Interromper 7 dias. Recomeçar nova embalagem.

POC:
Iniciar preferencialmente no 1º dia do ciclo, ou até ao 5.º dia da menstruação, não necessitando, nestas circunstâncias, de outro método contraceptivo complementar. Em casos particulares, a pílula pode ser iniciada em qualquer dia do ciclo (desde que haja a segurança de que a mulher não está grávida), devendo ser utilizado um método adicional nos primeiros 7 dias (após 2 dias de toma do POC, já se verifica a sua acção sobre o muco cervical).
Tomar o comprimido diariamente e à mesma hora, recomeçando uma nova embalagem, sem interrupção.

ESQUECIMENTO

COC
Quando o esquecimento da toma de 1 comprimido no horário habitual não ultrapassa as 12 horas, convém tomá-lo de imediato, mantendo a toma correspondente a esse dia; neste caso, não é necessário contracepção suplementar.
Quando o esquecimento for além de 12 horas, deixar o comprimido que foi esquecido, continuar a tomar a pílula, utilizando, durante 7 dias outro método associado (preservativo ou espermicida).
Existe maior risco de gravidez se o esquecimento do COC ocorrer no início de nova embalagem (por ex. recomeçar 2 ou 3 dias mais tarde); se nos 5 dias anteriores tiver havido relação sexual, considerar a utilização de contracepção de emergência. Utilizar outro método associado, durante 7 dias.

POC
O aconselhamento deve ser feito da mesma forma. Apesar dos métodos com progestativo actuarem no muco cervical ao fim de 48 horas, a inibição da ovulação só fica estabelecida ao fim da toma de 7 comprimidos (facto que permite atingir o máximo efeito contraceptivo para o método).

PRECAUÇÕES
No caso de um episódio grave de diarreia ou vómitos, deve ser sempre associado outro método contraceptivo que deverá ser mantido durante 7 dias após desaparecimento daqueles sintomas. Quando aquela situação ocorrer durante a toma dos últimos comprimido do blister, pode ser aconselhável iniciar nova embalagem sem efectuar os 7 dias habituais de pausa.

CONTRACEPÇÃO HORMONAL COMBINADA – ADESIVO

Requer a utilização contínua de um pequeno adesivo (sistema transdérmico) aplicado na pele

TIPOS
Evra – Sistema transdérmico, ( adesivo ) de 20cm2, absorção transdérmica para a corrente sanguínea, sem a primeira passagem de metabolização hepática

EFICÁCIA
Ainda há pouca informação disponível. Os ensaios clínicos sugerem que a eficácia poderá ser igual à dos COC, se a utilização for consistente e a substituição do sistema for efectuada atempadamente. A eficácia diminui em mulheres com peso superior a 90 kg.

VANTAGENS
Não interfere com a relação sexual e não necessita de motivação diária
Após a suspensão do método, o retorno à fertilidade é imediato
Embora ainda não exista evidência disponível, os estudos realizados parecem indicar que os mesmos benefícios e vantagens reconhecidos aos COC se aplicam ao sistema transdérmico.

MODO DE UTILIZAÇÃO
Iniciar o método até ao 5.º dia da menstruação, aplicando o adesivo nas nádegas, dorso, abdómen ou noutro local limpo e seco. Não deve ser colocado sobre os seios, em zonas eritematosas da pele ou com escoriações.
Retirar e substituir o adesivo a cada 7 dias, durante 3 semanas, seguindo-se uma semana de intervalo sem a sua aplicação. Para evitar irritação da pele, os adesivos não devem ser colocados sempre no mesmo local.
Durante a semana de utilização, o adesivo nunca deve ser retirado, nem mesmo durante o banho. Quando não se verifique a aderência total à pele, o adesivo deve ser substituído.
Nunca ultrapassar 7 dias para substituir um adesivo por outro.

ESQUECIMENTO
Semana 1 (o 1º adesivo não foi colocado no dia previsto):
-Aplicar novo adesivo de imediato, iniciando-se um novo ciclo
-Usar contracepção suplementar durante 7 dias
-Se o atraso no início do novo ciclo for superior a 3 dias e, tiver havido relações sexuais vaginais não protegidas, deve ser considerada a utilização de Contracepção de Emergência.
Semana 2 ou 3 (o adesivo não foi substituído no dia correcto):
-Esquecimento inferior a 48 horas- aplicar um novo adesivo de imediato, manter o dia previsto para a substituiçao seguinte
-Esquecimento inferior a 48 horas- aplicar um novo adesivo de imediato. Inicia-se um novo ciclo
-Usar contracepção suplementar durante 7 dias
O adesivo não foi retirado no fim do ciclo:
-Retirar o adesivo e colocar um novo, no dia previsto

CONTRACEPÇÃO HORMONAL COMBINADA – ANEL VAGINAL

Requer a utilização continuada de um anel flexível na vagina

TIPOS
Nuvaring – Anel flexível e transparente de acetato de vinil etileno, absorção através da mucosa vaginal para a corrente sanguínea, sem a primeira passagem de metabolização hepática.

EFICÁCIA
A informação sobre a eficácia ainda é limitada. Os ensaios clínicos sugerem que poderá ser
semelhante à dos COC, se a utilização for consistente e a substituição do anel for atempada.

VANTAGENS
A utilização é prática; não interfere com a relação sexual e não necessita de motivação diária
Após a suspensão do método, o retorno da fertilidade é imediato
Há evidência de que, em mulheres saudáveis, o anel não altera a flora vaginal. Os estudos realizados sugerem que a sua utilização não agrava as lesões intraepiteliais de baixo grau do colo do útero
Embora ainda não exista evidência disponível, os estudos realizados parecem indicar que os benefícios e vantagens reconhecidos aos COC se aplicam ao anel vaginal

DESVANTAGENS
As Informações disponíveis sobre este método são, ainda, limitadas

MODO DE UTILIZAÇÃO
Iniciar o método até ao 5.º dia da menstruação, introduzindo o anel profundamente na vagina.
Retirar o anel ao final de 3 semanas. Segue-se um intervalo livre de 7 dias ao fim do qual deve ser introduzido um novo anel. Se houver esquecimento e o anel só for retirado na 4ª semana de utilização, não é necessário nenhum cuidado contraceptivo suplementar.
O anel pode ser usado em simultâneo com preservativo ou lubrificante.

ADVERTÊNCIAS
Se a mulher o desejar, o anel pode ser retirado antes da relação sexual. Neste caso, ou se o anel tiver sido expulso, deve ser lavado com água, fria ou morna, e recolocado.
Não é necessário retirá-lo para o exame ginecológico.
O anel nunca deve ser retirado por mais de 3 horas
-Semana 1 ou 2 (anel retirado por mais de 3 horas):
-Recolocar o anel de imediato
-Usar contracepção suplementar durante 7 dias
Semana 3 (anel retirado por mais de 3 horas):
-Colocar um novo anel de imediato, recomeçando um novo ciclo
-Usar contracepção suplementar durante 7 dias
Atraso na colocação de um novo anel:
-Colocar um novo anel de imediato, recomeçando um novo ciclo
-Usar contracepção suplementar durante 7 dias
Anel colocado mais do que 4 semanas:
-Colocar um novo anel de imediato, recomeçando um novo ciclo
-Usar contracepção suplementar durante 7 dias
Se o atraso no início do novo ciclo for superior a 3 dias, e tiver havido relações sexuais vaginais não protegidas, considerar a utilização de Contracepção de Emergência.

CONTRACEPÇÃO HORMONAL – INJECTÁVEL

EFICÁCIA
Depende da correcta utilização
0,0 a 1,3 gravidezes por 100 mulheres/ano

VANTAGENS
A utilização é prática; não interfere com a relação sexual e não necessita de motivação diária como os CO
Não tem os efeitos secundários dos estrogénios
Pode ser usada durante o aleitamento, preferencialmente a partir da 6.ª semana pósparto, não interferindo com a quantidade e a qualidade do leite materno
A amenorreia que provoca pode ser útil em situações de anemia crónica ou discrasias sanguíneas. Estimula a eritropoiese, aumentando os níveis de hemoglobina
Diminui o risco de DIP, gravidez ectópica, mioma uterino e carcinoma do endométrio
Não tem efeitos significativos sobre os factores de coagulação, a fibrinólise, a pressão arterial ou a função hepática
Melhora algumas situações patológicas como a endometriose, a anemia de células falciformes (diminui as crises) e a epilepsia
Não tem efeitos teratogénicos

DESVANTAGENS
Em regra, os injectáveis provocam irregularidades do ciclo menstrual, que podem variar de spotting a amenorreia. A hemorragia grave é um acontecimento raro.
Pode haver atraso de alguns meses no retorno à fertilidade. Não há evidência de compromisso definitivo da fertilidade
Verifica-se, em média, um aumento de peso de 1-2 kg/ano. Em algumas mulheres pode aumentar o apetite, o que pode conduzir, eventualmente, ao aumento de peso. É útil a sugestão de uma alimentação correcta e de exercício físico
Pode causar, em certas mulheres, cefaleia, mastodínia, acne, queda de cabelo e diminuição do desejo sexual
Durante o período de utilização há uma diminuição da densidade óssea, quando comparada com não utilizadoras. Existe, no entanto, evidência de que a mulher recupera a massa óssea quando suspende o método. Não está claro se o uso de DPMA por adolescentes interfere, ou não, com o atingir do pico de massa óssea, que ocorre nesta fase.

MODO DE UTILIZAÇÃO
Uma injecção intramuscular profunda, até ao 7.º dia do ciclo e repetida de 12 em 12 semanas. No pós-parto e pós-aborto, a injecção pode ser feita em qualquer data ao longo do 1.º mês (ou mais tarde, desde que se exclua a gravidez). Durante o aleitamento materno, a administração deve ser feita, preferencialmente, a partir das 6 semanas pós-parto.

CONTRACEPÇÃO HORMONAL – IMPLANTE

É muito eficaz, segura e reversível
De longa duração, não exige o compromisso diário da mulher
Pode ser usada em qualquer idade
Não tem os efeitos colaterais do estrogénio
O retorno à fertilidade é imediato após a remoção do implante
Não tem efeitos teratogénicos
Pode provocar irregularidades menstruais que variam entre o spotting e a amenorreia
Não protege das ITS

TIPOS
Implanon –  O progestativo é libertado lentamente e o efeito porlonga-se durante 3 anos.

EFICÁCIA
0 a 0,07 gravidezes por 100 mulheres/ano

VANTAGENS
A utilização é prática e o efeito de longa duração
Não interfere com a relação sexual e não necessita de motivação diária como a CO
Não tem os efeitos secundários dos estrogénios
Não interfere com o aleitamento
Melhora a dismenorreia

DESVANTAGENS
Em regra, verificam-se irregularidades do ciclo menstrual, que podem variar entre “spotting” e amenorreia.
Algumas mulheres referem um ligeiro aumento de peso
Pode ocorrer cloasma, cefaleia, náuseas, mastodínia e variações de humor
Pode verificar-se o aparecimento de quistos foliculares nos ovários (geralmente não exigem tratamento) Necessita de um profissional treinado para a inserção e remoção
É relativamente dispendioso

MODO DE UTILIZAÇÃO
A inserção e a remoção do implante são procedimentos simples, mas que devem ser executados por um profissional treinado para o efeito. Se na unidade de cuidados primários não houver um profissional treinado, a mulher que deseje a inserção do implante contraceptivo deve ser referenciada para a consulta de planeamento familiar do respectivo hospital de apoio perinatal.

A inserção deve ser efectuada, preferencialmente, até ao 5.º dia do ciclo e, neste caso, não necessita de contracepção suplementar. Pode, no entanto, ser feita em qualquer altura do ciclo, desde que se exclua a possibilidade de uma gravidez e que seja aconselhado o uso simultâneo de outro método, durante 7 dias
Imediatamente após um aborto ou um parto, quando a mulher não amamenta. Caso se inicie o aleitamento materno, o implante deve ser colocado, preferencialmente, na 6ª semana do pós-parto. Quando o implante é inserido mais tarde, deve ser aconselhado o uso de outro método durante 7 dias
Imediatamente após o último comprimido de CO ou no dia em que deveria repetir o injectável. Não necessita de contracepção suplementar
Pode surgir dor ou edema ligeiros no local da colocação do implante. Complicações mais graves, após os procedimentos de inserção e remoção, são raras.

Quando pode ser retirado o implante?
Em qualquer momento. Se não se pretende uma gravidez, deve ser iniciado de imediato outro método contraceptivo

DISPOSITIVO INTRA-UTERINO (DIU)

EFICÁCIA
0,1 a 2 gravidezes em 100 mulheres ano
A eficácia é maior nas mulheres com filhos e nas menos jovens.

VANTAGENS
A acção do DIU não depende da mulher; assim, a sua eficácia teórica é muito semelhante à eficácia prática
Requer um único acto de motivação para um efeito de longa duração
Não tem efeitos sistémicos (com excepção dos DIU com conteúdo hormonal)
Não interfere no acto sexual
Não interfere com a amamentação
Pode permanecer no útero por muitos anos
Pode ser utilizado por mulheres em qualquer idade
O retorno aos níveis anteriores de fertilidade é imediato após a extracção do DIU

DESVANTAGENS
Necessita de profissional treinado para a sua colocação
Pode contribuir para o aparecimento de anemia nas situações em que as reservas de ferro estão diminuídas (não se verifica com o Mirena)
Se ocorrer uma ITS em utilizadoras do DIU, há mais probabilidade de evoluir para DIP
Quando inserir o DIU?
Preferencialmente, nos primeiros 12 dias do ciclo, ou em qualquer dia, excluída a possibilidade da existência de gravidez. Não necessita de contracepção suplementar
Quando há dúvidas quanto à possibilidade de gravidez, o DIU não deve ser colocado na semana que antecede a menstruação
Imediatamente após uma interrupção cirúrgica de gravidez com menos de 12 semanas
4 a 6 semanas após o parto ou o aborto tardio
Um segundo DIU pode ser colocado imediatamente em substituição de outro que foi retirado
O DIU pode ser utilizado como contracepção de emergência, até 5 dias após a relação sexual desprotegida (avaliar o risco de ITS)
Em qualquer momento, quando houver utilização regular e consistente de contracepção hormonal

PRESERVATIVO MASCULINO

O preservativo, além de evitar a gravidez, diminui o risco de contrair ITS
A eficácia depende da utilização correcta e sistemática. Quanto mais frequente for a utilização, maior será a experiência no uso correcto e maior será a eficácia
Pode ser utilizado com outro método contraceptivo para a prevenção das ITS e, como coadjuvante, na protecção contra a gravidez
Quem utiliza preservativo deve ser informado/a sobre a possibilidade de recurso à contracepção de emergência

EFICÁCIA
5 a 10 gravidezes em 100 mulheres/ano

VANTAGENS
Protecção contra as ITS e suas consequências
Ausência de efeitos sistémicos
Não necessita de supervisão médica
Fomenta o envolvimento masculino na contracepção e na prevenção das ITS
Pode contribuir para minorar situações de ejaculação precoce

DESVANTAGENS
Embora raro, podem ocorrer manifestações alérgicas ligadas ao látex ou ao lubrificante
Se não for usado correctamente, pode romper durante o coito ou ficar retido na vagina
Pode interferir negativamente com o acto sexual

MODO DE UTILIZAÇÃO
Abrir a embalagem com cuidado para não danificar o preservativo
Colocar o preservativo no início do acto sexual, com o pénis em erecção e antes de qualquer contacto pénis-vagina
Aplicar o preservativo sobre a glande, assegurando-se de que o reservatório não fica insuflado; empurrar o anel do preservativo, desenrolando-o até a base do pénis
Retirar logo após a ejaculação. Dar um nó na extremidade aberta do preservativo e deitar fora num local conveniente. Utilizar preservativos com depósito na extremidade. Conservá-los ao abrigo do calor e da humidade. Utilizar uma única vez
É importante discutir, também, a capacidade e as técnicas de negociar a utilização do preservativo com o/a parceiro/a

PRECAUÇÕES

Se for necessário o uso de lubrificantes, não utilizar os oleosos, como vaselina ou Visco-gel; utilizar lubrificantes aquosos, como o Play gel ou KY-gel. A utilização simultânea de cremes vaginais contendo Miconazol ou Econazol pode danificar o preservativo.

PRESERVATIVO FEMININO*

EFICÁCIA
5 a 15 gravidezes em 100 mulheres/ano, dependendo da correcção e consistência do uso

VANTAGENS
Diminui o risco de contrair ITS e suas consequências (DIP, infertilidade e cancro do colo do útero)
Ausência de efeitos sistémicos
Pode ser colocado em qualquer momento antes da penetração do pénis; não é necessária a retirada imediata do pénis após a ejaculação
Pode ser mais fácil de utilizar, do que o masculino, em casos de disfunção eréctil
É mais resistente que o preservativo masculino

DESVANTAGENS
Dificuldade na utilização
É mais dispendioso que o preservativo masculino

MODO DE UTILIZAÇÃO
Segurar no preservativo estreitando o anel interior com os dedos indicador e polegar. Com a outra mão, afastar os pequenos lábios enquanto introduz o preservativo profundamente na vagina; assegurar-se que o anel exterior permanece fora da vagina, cobrindo os pequenos lábios.
Utilizar uma única vez.

DIAFRAGMA*

EFICÁCIA
6 a 16 gravidezes em 100 mulheres/ano, dependendo da correcção e consistência do uso

VANTAGENS
Diminui o risco de DIP
Ausência de efeitos sistémicos
Não interfere com o acto sexual, podendo ser inserido até 24 horas antes do mesmo

DESVANTAGENS
Dificuldade na utilização
O uso deve ser associado ao de um espermicida
Necessita de um profissional treinado para avaliar o tamanho do diafragma

* O preservativo feminino e o diafragma não se encontram, actualmente, disponíveis com facilidade no mercado português. No entanto, como são métodos comercializados noutros países e pode haver mulheres que os utilizem, são aqui abordados.

MODO DE UTILIZAÇÃO
Antes de colocar o diafragma, verificar o seu estado de conservação.
A mulher deve segurar o diafragma com uma das mãos, estreitando o aro com os dedos indicador e polegar. Com a outra mão, mantém afastados os pequenos lábios enquanto introduz o diafragma na vagina. O diafragma deve cobrir o cérvix e não deve causar qualquer incómodo. Aconselha-se a associação de um espermicida que é colocado no interior e à volta do aro do diafragma, antes de cada utilização. Não retirar o diafragma antes de 6 a 8 horas após a relação sexual, nem efectuar irrigações vaginais nesse período. Após cada utilização, deverá ser lavado e mantido seco. O diafragma só poderá permanecer colocado até ao máximo de 24 horas devido à possibilidade de ocorrência de infecções.39

ESPERMICIDA

A eficácia depende da utilização correcta e sistemática, preferencialmente em associação com outro método
Pode ser utilizado como coadjuvante de outros métodos contraceptivos
Oferece alguma protecção contra as ITS e suas consequências (embora muito menos que o preservativo)
Os espermicidas não são teratogénicos

TIPOS
Os espermicidas podem ser apresentados sob a forma de creme, espuma, esponja, cones ou comprimidos vaginais

EFICÁCIA
18 a 30 gravidezes em 100 mulheres/ano, quando utilizados isoladamente

VANTAGENS
Não tem efeitos sistémicos
A utilização é fácil e não necessita de supervisão clínica
Pode aumentar a lubrificação vaginal (cremes e cones)

DESVANTAGENS
Baixa eficácia
Pode provocar reacções alérgicas ou irritativas na mulher ou no homem
Interfere com a relação sexual, se não for inserido com antecedência
Alguns espermicidas devem ser colocados na vagina pelo menos 10 minutos antes da ejaculação (comprimidos, cones)

MODO DE UTILIZAÇÃO
Introduzir o espermicida profundamente na vagina.
O intervalo entre a aplicação do espermicida e a relação sexual pode ir até 60 minutos.
Sempre que ocorra nova relação sexual, deverá ser feita uma aplicação adicional de espermicida.
Nas 6 horas seguintes ao acto sexual, não deverão ser efectuados duches vaginais.
Alguns espermicidas, principalmente cones, devem ser guardados em locais frescos.

MÉTODOS DE CONHECIMENTO DO PERÍODO FÉRTIL
OU DE AUTO-OBSERVAÇÃO

Implica conhecer as modificações fisiológicas ao longo do ciclo menstrual e cumprir as regras do método específico escolhido
Requer a cooperação dos dois parceiros. O casal terá de concordar com a abstenção de relações sexuais vaginais nos dias férteis
Não tem efeitos colaterais nem risco para a saúde
Não protege das ITS
Estes métodos implicam um período de acompanhamento em que a mulher aprende a identificar a fase potencialmente fértil. São também conhecidos como métodos de “abstinência periódica”
Os casais que optam por estes métodos precisam de estar muito motivados e desenvolver competências para os utilizar com eficácia

TIPOS
Métodos com base no calendário (Ogino-Knauss)
Métodos baseados na observação de sinais e sintomas
Método da temperatura basal (MTB)
Método do muco (Billings)
Método sintotérmico (MTB+Billings)

EFICÁCIA
2 a 25 gravidezes em 100 mulheres por ano
Depende do método escolhido e da consistência e correcção com que é usado
A eficácia é maior quando se opta por uma combinação destes métodos associada à abstinência de relações sexuais vaginais no período fértil

VANTAGENS
Não tem efeitos colaterais, nem riscos para a saúde
Ajuda a mulher a conhecer melhor o seu corpo
É imediatamente reversível
Pode ser utilizado para evitar gravidez ou para engravidar, de acordo com o desejo do casal
Permite a alguns casais estar de acordo com as suas normas culturais ou religiosas

DESVANTAGENS
Pode requerer um longo período de abstinência
Geralmente são necessários pelo menos 3 a 6 ciclos para aprender a identificar o período fértil
Difícil de utilizar quando em presença de ciclos irregulares como por exemplo na adolescência, climatério, durante o puerpério e amamentação
É necessária uma observação cuidada das modificações fisiológicas do corpo da mulher e o registo diário dos dados
Não protege das ITS

MÉTODOS COM BASE NO CALENDÁRIO

O período fértil é calculado com base nas premissas:
a mulher tem uma ovulação por mês, 14 dias antes da menstruação seguinte
o óvulo é viável entre 1 a 3 dias após a ovulação e o espermatozóide pode ser fecundante 3 a 5 dias após a ejaculação
Considerando a duração dos ciclos menstruais anteriores (pelo menos 6 ciclos), calcula-se o período fértil, subtraindo 11 dias ao número de dias do ciclo mais longo e 18 dias ao número de dias do ciclo mais curto.
Exemplo:
1.Se o ciclo mais curto dos últimos 6 meses foi de 27 dias: 27-18= 9

2.Se o ciclo mais longo dos últimos 6 meses foi de 31 dias: 31-11= 20

Neste caso o período fértil situar-se-á entre o 9º e o 20º dia, inclusive.
Se o casal tiver relações sexuais vaginais nesses dias deverá associar outro método como por exemplo o preservativo. Se o casal decidir utilizar, neste período, o coito interrompido ou os espermicidas, deve ser prevenido da baixa eficácia destes métodos.

MÉTODOS BASEADOS NA AVALIAÇÃO DE SINAIS E SINTOMAS

Não há restrições médicas à utilização destes métodos, embora algumas condições possam dificultar ou inviabilizar a sua utilização.
São necessárias precauções adicionais na utilização destes métodos, nas seguintes situações:
Aborto recente
Logo após a menarca e no climatério
Situações crónicas que alterem a temperatura basal
Infecções vaginais
Aleitamento materno
A utilização do método deve ser adiada quando se verifique:
Parto recente (iniciar apenas quando as secreções vaginais retomarem a normalidade)
Hemorragia vaginal anormal, sem diagnóstico conhecido
Situações clínicas agudas que alteram a temperatura corporal (para o MTB e sintotérmico)
Utilização de drogas que afectam as secreções vaginais, a temperatura basal ou atrasam ovulação: ansiolíticos (excepto benzodiazepinas), antidepressivos, antipsicóticos, antihistamínicos, anti-inflamatórios não esteróides, aspirina, paracetamol ou o uso continuado de antibióticos.

MÉTODO DA TEMPERATURA BASAL (MTB)
Este método tem como fundamento o aumento verificado na temperatura basal, após a ovulação, provocado pela progesterona e que define a segunda fase do ciclo.

MODO DE UTILIZAÇÃO

A mulher deve avaliar a sua temperatura em repouso, antes de se levantar e registá-la. Deve fazê-lo diariamente à mesma hora e sempre no mesmo local (vaginal, rectal ou oral).
Os registos apresentam habitualmente pequenas oscilações dos valores da temperatura ao longo do ciclo, no entanto, no dia da ovulação verifica-se um aumento 0,3 a 0,8ºC (geralmente precedido de uma ligeira descida) e que se mantém até ao início da menstruação seguinte.
Este método só identifica o fim do período fértil, pelo que deve haver abstinência de relações desde a menstruação até ao 3º dia de temperatura “elevada” mantida, após o que terá sido ultrapassado o período fértil, e poderá haver relações sexuais vaginais sem risco de gravidez, até à menstruação seguinte.

MÉTODO DO MUCO CERVICAL (BILLINGS)

As características do muco cervical variam ao longo do ciclo, aumentando em volume e elasticidade (filância) no período peri-ovulatório.
O período fértil inicia-se no 1º dia em que o muco se torna filante e transparente, prolongando-se pelo menos 3 dias após a filância máxima.

MODO DE UTILIZAÇÃO
A mulher deve observar, diariamente, o muco cervical, retirando-o da vagina com dois dedos ou um toalhete de papel.
Na fase não fértil o muco tem pouca elasticidade quando distendido entre os dois dedos. No período de fertilidade máxima a elasticidade pode atingir os 15 a 20 cm.
É a observação diária do muco, e a evolução das suas características, que permitirá à mulher identificar os dias férteis, durante os quais não deverá ter relações sexuais vaginais desprotegidas.
Podem levar a uma interpretação incorrecta do muco:
a existência de corrimento devido a infecção cervical ou vaginal
a presença de ejaculado

MÉTODO SINTOTÉRMICO

A mulher identifica os dias férteis e inférteis relacionando os métodos da temperatura basal e do muco cervical. Pode associar outros sinais de fertilidade, como a tensão mamária ou a “dor ovulatória”. O período fértil inicia-se logo que sejam avaliáveis secreções vaginais, terminando no 4º dia após filancia máxima do muco cervical e depois de ultrapassado o 3º dia de subida de temperatura basal.

Nota: Existem pequenos equipamentos que facilitam a identificação do período fértil da mulher e que podem ser adquiridos em farmácias. Embora já disponíveis em situações de apoio à fertilidade, a sua utilização e fiabilidade como métodos para a contracepção não estão ainda suficientemente estudados. (microscópios de bolso, computador de bolso, teste monoclonal)

CONTRACEPÇÃO CIRÚRGICA

A laqueação de trompas e a vasectomia são métodos contraceptivos para mulheres e homens que não desejam ter mais filhos
São muito eficazes, cómodos e permanentes
Qualquer dos procedimentos é simples e pode ser efectuado com anestesia local
Não são conhecidos efeitos colaterais a longo prazo
Não tem efeitos negativos sobre o desejo e a resposta sexual
A vasectomia só é efectiva 20 ejaculações, ou 3 meses, após a cirurgia
Não protege das ITS

LAQUEAÇÃO DE TROMPAS

EFICÁCIA
0,5 a 1,8 gravidezes em 100 mulheres/ano
Depende do método utilizado. A laqueação pós-parto é um dos métodos mais eficazes, ao contrario dos anéis ou “clips”

VANTAGENS
Um único procedimento permite uma contracepção segura, eficaz e definitiva
Não tem efeitos colaterais ou riscos para a saúde, a longo prazo
Pode melhorar o desejo e a resposta sexual, uma vez que elimina o receio de uma gravidez não desejada
Não interfere com a amamentação
Pode ser realizada no pós-parto, aproveitando o mesmo período de internamento
Em alguns serviços pode ser realizada em regime de ambulatório

DESVANTAGENS
Requer exame físico e um procedimento cirúrgico por profissional treinado
Reverter o método é difícil, caro e não disponível em todos os serviços
Podem surgir algumas complicações imediatas (embora raras) como infecção ou hemorragia, lesão de órgãos internos e acidentes anestésicos
Quando comparada com a vasectomia, a laqueação de trompas é um procedimento mais dispendioso e que apresenta mais risco de complicações
Nos casos raros de falha do método, há maior risco de gravidez ectópica do que quando a mulher não utiliza um método contraceptivo
Nota: A gravidez é rara entre as mulheres submetidas à laqueação de trompas. No entanto, se ocorrer uma gravidez é mais provável que se trate de uma gravidez ectópica. A gravidez ectópica é uma emergência e deve ser referenciada imediatamente.

VASECTOMIA

É um procedimento cirúrgico simples e rápido. Não é uma castração, não afecta os testículos e não provoca impotência. Após a fasectomia, continua a haver ejaculação, apesar do ejaculado não conter espermatozoides

EFICÁCIA
0,15 gravidezes por 100 homens/ano

VANTAGENS
Um único procedimento permite uma contracepção segura. Eficaz e definitiva
Não interfere com o acto sexual
Não tem efeitos colaterais ou riscos para a saúde, a longo prazo
Pode melhorar a satizfaçao sexual, uma vez que elimina o receio de uma gravidez não desejada
Pode ser realizada com anestesia local
Quando comparada com a laqueação de trompas, é ligeiramente mais eficaz e segura, mais simples de realizar e mais barata
A eficácia pode ser avaliada a qualquer momento

DESVANTAGENS
Requer exame físico e um procedimento cirúrgico por profissional treinado
Reverter o método é difícil, caro e não disponível em todos os serviços
Podem surgir algumas complicações imediatas (embora raras) como infecção ou hemorragiaou hematoma do escroto
Dor e edema do escroto são comuns na primeira semana do pos operatório
Não é imediatamente eficaz.
Não protege contra as DST

CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA (CE)

A CE é o único método que pode ser utilizado após a relação sexual, para prevenir a gravidez
A CE poderia prevenir a maior parte das gravidezes não desejadas que ocorrem, se um maior número de mulheres tivesse acesso a essa opção
Reduzindo o número de gravidezes não desejadas, a CE pode diminuir o número de interrupções da gravidez por opção da mulher
Existe evidência científica de que a CE é eficaz e segura, para todas as mulheres
Não é abortiva. Não tem efeitos teratogénicos
O recurso à CE pode ser uma oportunidade privilegiada para o início de um método contraceptivo continuado e eficaz
As contra-indicações para a CO continuada não se aplicam na CE
A CE é um recurso importante para a mulher que, não desejando engravidar, teve uma relação sexual não protegida ou um acidente contraceptivo.

MODO DE ACÇÃO
A CE actua primariamente retardando ou inibindo a ovulação
A CE não é efectiva se a mulher já estiver grávida

EFICÁCIA
A eficácia é tanto maior quanto mais precocemente for efectuada a toma
2 gravidezes em cada 100 mulheres que utilizam o método de Yuzpe
1 gravidez em cada 100 mulheres que utilizam a CE com progestativo
O risco de gravidez é 4-8 vezes superior quando não se utiliza a CE

EFEITOS COLATERAIS
Náuseas, vómitos, Spotting, tensão mamária, cefaleias, tonturas e fadiga – Não são significativas e desaparecem em 24 horas.

MODO DE UTILIZAÇÃO
Embora a CE possa ser utilizada até 5 dias após uma relação sexual não protegida, a sua toma deve ser efectuada o mais precocemente possível.
A CE previne apenas a ocorrência de gravidez resultante de um acto sexual ocorrido nos 5 dias anteriores; não previne a gravidez que possa resultar de uma relação sexual posterior à toma da CE (mesmo que no dia a seguir). O retorno à fertilidade é imediato, devendo por isso ser fornecido outro método contraceptivo
De acordo com a legislação em vigor, todas as unidades de saúde devem ter disponíveis embalagens de CE nas consultas, atendimentos permanentes e serviços de urgência de modo a poder fornecê-los de imediato

CONTRACEPÇÃO NO PÓS-PARTO

O espaçamento entre os nascimentos traz benefícios para a saúde da mulher e da criança
A utilização de contracepção pós-parto deve ser discutida durante o período pré-natal
Na mulher que não amamenta, o retorno à fertilidade ocorre cerca de 4 semanas após o parto
O intervalo entre as gravidezes é um factor determinante da morbilidade e mortalidade perinatal, infantil e materna, havendo evidência de que um intervalo inferior a 2 anos tem impacto negativo na saúde das mães e das crianças.

ESCOLHA DO MÉTODO
Diversos factores podem afectar a decisão de escolha do método contraceptivo e têm de ser tidos em conta: o processo fisiológico do puerpério, o retorno da fertilidade, se a mulher está ou não a amamentar em exclusivo e as expectativas do casal quanto ao recomeço das relações sexuais.
A utilização dos contraceptivos hormonais combinados pode diminuir a quantidade e a qualidade do leite podendo, por isso, ter efeitos adversos no crescimento da criança com amamentação exclusiva.
A utilização de contraceptivos hormonais só com progestativo, nas primeiras 6 semanas pósparto, não afecta a qualidade nem quantidade do leite, mas é desconhecido o seu efeito sobre o desenvolvimento hepático e cerebral do recém-nascido, pelo que, sempre que possível, não se recomenda a sua utilização nesse período.
Pesar sempre o risco/benefício duma nova gravidez nesta fase

AMAMENTAÇÃO EXCLUSIVA

Traz benefícios para a mãe e para o bebé
Pode ser eficaz até 6 meses após o parto, se a mulher amamenta em exclusivo e está em amenorreia
Não tem custos directos, nem na contracepção nem na alimentação do bebé
Não protege das ITS
É um método contraceptivo temporário, baseado no efeito natural da amamentação sobre a fertilidade. Amamentar com frequência e com intervalos curtos assegura picos de prolactina, que inibem a ovulação.

EFICÁCIA
1 a 2 gravidezes em 100 mulheres/ano

A utilização da amamentação exclusiva como método contraceptivo requer a coexistência de 3 condições:
A mulher deve permanecer em amenorreia
A amamentação terá de ser exclusiva, ou quase exclusiva (que apenas uma refeição semanal poderá não ser de origem materna), com mamadas diurnas enocturnas; o intervalo entre as mamadas não deve ser superior a 6 horas
A criança deve ter menos de 6 meses de idade

A mulher deve estar informada e ter consigo um outro método para início imediato caso uma das 3 condições deixe de estar presente.

VANTAGENS
Muito eficaz quando estão preenchidos os 3 critérios
Pode ser utilizado como método contraceptivo
A amamentação não pressupõe modificações dos hábitos alimentares da lactante
Ausência de efeitos sistémicos
Económico para o agregado familiar

DESVANTAGENS
Não protege das ITS

Fonte: Saúde Reprodutiva e Planeamento Familiar, nº9 Direcção Geral da Saude, disponível no site http://www.dgs.pt/



63 Comments on "Métodos Contraceptivos"

  1. bathroom signs 15 de Setembro de 2010 às 16:20 · Responder

    I’m following in love with the new Google search. I landed on your site by accident. And now I love your blog!

  2. dm 29 de Dezembro de 2010 às 16:13 · Responder

    Tomei a pílula durante 1 ano e, devido ao surgimento de efeitos secundários, foi-me aconselhado experimentar o uso de Nuvaring.
    Durante o uso da pílula troquei algumas vezes o dia do início da sua toma.
    Tomei o último comprimido no dia 19/12 porque quero fazer 1 mês de pausa até iniciar o uso de Nuvaring. Pelas instruções de Nuvaring, se no mês anterior não usei pílula, então devo colocar o anel no 1º dia do período menstrual.
    A minha questão é , uma vez que mudei algumas vezes o início do meu período menstrual, quando devo colocar o anel? No dia 19/1 (ou seja 30 dias depois do 1º dia sem pílula)?

  3. sonia 16 de Março de 2011 às 12:50 · Responder

    Bom dia, dado ter tido um abcesso dentario foi-me receitado amoxicilina e acido clavulânico ratiopharm cx 16comprimidos, e a cx e para fazer até ao fim.. dado que tomo a pilula belara e sei que antibioticos reduzem ou cortam e efeito da mesma, queria saber como proceder… comecei o antibiotico na quinta feira (10/3/2011) e no mesmo dia iniciei a nova lamela da belara..quando volto a estar protegida? obrigada, sonia lopes

    • Planeamento Familiar 31 de Março de 2011 às 09:04 · Responder

      Se está a tomar a pílula não tem períodos férteis, no entanto, como tomou esse antibiótico, este pode diminuir a eficácia da contracepção, e por isso deverá utilizar um método de barreira como prevenção de uma eventual gravidez. Se teve relações sexuais desprotegidas, correu riscos de engravidar, porque a eficácia da pílula estava diminuída.

      Aguarde a menstruação seguinte, mas enquanto se mantiver a tomar amoxicilina deve utilizar o preservativo nas relações sexuais.

  4. Isabel Correia 5 de Abril de 2011 às 15:25 · Responder

    Boa tarde!
    Eu usei o nuvaring aproximadamente durante um ano, mas tive alguns efeitos secundarios: perdi o apetite sexual e em parte a lubrificaçao vaginal, tive tambem erupçoes cutaneas que se agravavam com o calor e sol, alias mesmo agora sem o uso do anel ainda surge alguma irritaçao no verao com o sol. Depois que parei de usar, o nuvaring, o meu peso aumento repentinamente, penso que terá sido do disturbio hormonal. Neste momento nao estou a usar nenhum metodo contraceptivo hormonal, tenho medo da reacçao do meu corpo, mas por outro lado era o melhor para prevenir e regular o meu ciclo menstrual que é muito irregular.
    Sabendo que nunca tive nenhum problema de saude grave, ou com alguma relevancia; qual seria a melhor soluçao para mim? Qual a melhor pilula para o meu caso?

    • Planeamento Familiar 20 de Abril de 2011 às 05:50 · Responder

      Pedimos desculpa pela demora na resposta à sua questão, mas como deve compreender não poderemos fazer sugestões ou aconselhar a toma de medicamentos e/ou contraceptivos sem conhecer a pessoa.
      O melhor mesmo é falar com a sua médica de família ou ginecologista.

  5. Stefanie 28 de Abril de 2011 às 20:07 · Responder

    Boa tarde,
    Gostaria de tirar uma “dúvida”.
    É o seguinte: Tomo a pilula Yasmin, acabo a “carteira” a uma Segunda e começo na semana seguinte a uma terça, a questão é que tenho a menstruação ao fim de semana.
    Gostaria de adiar a toma da pilula por exemplo para uma quinta feira (2 dias depois de quando deveria tomar a nova “carteira”).
    Se o fizer corro algum risco de engravidar?
    Ou por exemplo se agora nos próximos 2 meses, eu cada carteira tomar apenas um dia depois do que deveria, até chegar ao dia que eu quero.
    Obrigada.

    • Planeamento Familiar 7 de Maio de 2011 às 05:12 · Responder

      Sim, poderá fazer a alteração, no entanto, o aconselhado é ser de forma gradual, ou seja, tomar um dia depois do previsto até à data pretendida.

  6. sara 7 de Maio de 2011 às 01:37 · Responder

    já tomo a pilula yaz há mais de um ano sempre regularmente. há umas semanas foi-me receitado o medicamento flixotaide diskus (propionato de fluticasona). gostaria de saber se esse medicamento interfere com a eficácia da pilula. obrigada

    • Planeamento Familiar 7 de Maio de 2011 às 04:42 · Responder

      Pelas informações que dispomos, o spay nasal que menciona não interfere com a pílula, no entanto não lhe podemos dar 100% de certeza visto não termos acesso ao mesmo, nem à sua descrição, neste momento.

  7. Stefanie 7 de Maio de 2011 às 21:02 · Responder

    Boa tarde,
    Gostaria de colocar mais uma questão.
    Eu não queria fazer pausa este mês, isto é, vou de férias e não me convem ter a menstruação.
    Posso tomar duas cartelas de pilula seguidas sem pausa?
    Não me fará mal nem corro risco de engravidar?
    Obrigada

    • Planeamento Familiar 8 de Maio de 2011 às 10:30 · Responder

      É bastante comum ser feito a toma de duas caixas seguidas sem o intervalo de pausa (7 dias), sendo o objectivo principal a não ocorrência da menstruação nesse mês, e não interfere em nada com a eficácia da pílula.

      Deverá tomar a contracepção até ao final como habitualmente. Quando terminar a segunda embalagem faça o intervalo dos 7 dias.
      No entanto, há que ter noção que existe uma probabilidade de ocorrer pequenos corrimentos de cor castanha / avermelhada (denominado spotting). O que não quer dizer que isso tenha algum inconveniente, e a eficácia da pílula é mantida durante todo o período, por isso poderá ficar descansada.

  8. Susana 17 de Maio de 2011 às 00:24 · Responder

    Boa noite. Tenho 33 anos, Tomo a pílula Yasmin há mais ou menos 8 anos, no passado mês de Janeiro e devido a uma tragédia familiar vi-me obrigada a abdicar de algumas coisas inclusive da toma da pílula. Nesse mês, meados de Janeiro tive a hemorragia de privação, no mês seguite não me recorso e no mês de Março também não, como sempre fui muito certinha a tomar a pílula nunca contabilizei o meu ciclo. No passado dia 6 de Abril retomei a toma mas não sei se o fiz correctamente. Eu tive uma hemorragia ligeira de dois dias, achei que era a menstruação e tomei novamente a pílula os 21 dias, comecei então no dia 6 de Abril, uma quarta feira, ocorreu spotting, mas na semana de pausa tive a hemorragia de privação com fluxo abundante. Retomei a segunda caixa normalmente e vou no 12º dia de toma, tive relações sexuais ontem e no 4º dia após a retoma. Poderei estar grávida ou não estar a tomar corretamente a pílula?

    • Planeamento Familiar 27 de Maio de 2011 às 14:36 · Responder

      Antes de mais lamentamos a demora na resposta. Não vemos qualquer erro no procedimento que explica no que toca à toma da pílula. Em relação à menstruação ligeira pode ter sido devido ao ter deixado de tomar a pílula que isso depois desregula a menstruação.

  9. Raquel 15 de Junho de 2011 às 21:56 · Responder

    Olá boa noite.
    Tenho uma questão a fazer em relação à toma da pilula e a sua eficácia.
    Tomo a Yaz há cerca de 3 anos e nunca me esqueço, tomo sempre há mesma hora sem atrasos, tenho a menstruação regular.
    Depois do início da toma de uma nova caixinha, há 28 dias atrás, eu e o meu namorado temos tido relações sexuais cerca de uma ou duas vezes por semana e, quando ele ejacula, eu estou sempre na posição de cima. É o primeiromês em que isto acontece porque nunca o faziamos. Não costumamos usar preservativo porque, apesar de lhe incomodar, a mim faz-me uma espécie de irritação na pele. Depois de o acabarmos, quando me levanto (logo a seguir de acabarmos), sinto o esperma a descer, talvez pela força da gravidade.
    Hoje é o último e quarto dia da toma dos comprimidos brancos da pilula, os placebo, e amanha começo uma nova caixa e o periodo aparece sempre nesse dia, amanhã.
    A pilula impede que ocorra a ovulação a meio do cículo? Nos quatro dias de placebo e com a toma correcta da pilula, tambem estou protegida?
    A minha questão é: estando eu sempre por cima quando ele ejacula e sabendo a eficácia da pílula e tendo em conta que a tomo correctamente, poderei ficar grávida?

    • Planeamento Familiar 16 de Junho de 2011 às 08:52 · Responder

      Bom dia,

      Vamos então por partes:

      1º O facto do esperma descer pela sua vagina depois do acto, é perfeitamente natural, e não se deve à força da gravidade.
      É perfeitamente normal e natural em todas as mulheres, após a ejaculação do homem no interior da vagina, uma vez que o esperma não permanece todo no seu interior, porque a vagina vai dilatar tendendo a sair o restante líquido ejaculado. O esperma ejaculado vai sempre coagular quer seja dentro ou fora da vagina. No interior da vagina o tampão vaginal tem a função de garantir a permanência dos espermatozóides no interior da mesma. O que tem reparado que acontece consigo e com todas as mulheres é que a maior parte do esperma sai pouco tempo após a remoção do pénis, e isso deve-se à dilatação vaginal que é efectuada após o coito. O liquido seminal que é expelido para o exterior contém espermatozóides, no entanto apesar de não dar conta disso algum ficará no interior da vagina, procurando fazer o caminho em direcção ao útero, e fecundar o óvulo, em caso de estar no período fértil.

      2º Uma das funções da pílula é de facto inibir o período fértil, evitando assim uma gravidez. Nos dias de placebo, ou na pausa dos 7 dias (se a pílula for de 21 drageias) a eficácia da pílula mantém-se.

      3º Em relação à sua última questão, como deve saber, nenhum método contraceptivo é 100% eficaz, portanto, seria errado afirmar com toda a certeza que não ocorreria uma gravidez. No entanto, a eficácia da pílula anda perto dos 100%, e tomada de forma correcta é muito muito complicado que ocorra uma gravidez, portanto, poderá ficar descansada.

      Qualquer outra questão não hesite.

  10. Sara Ferreira 2 de Julho de 2011 às 14:59 · Responder

    Olá
    eu tenho uma dúvida.
    eu tomo pílula Diane 35, e eu e o meu namorado tivemos relações sexuais no período fértil e não usamos preservativo. Fizemos mais que uma vez.
    Há alguma possibilidade de eu engravidar ?

    • Planeamento Familiar 3 de Julho de 2011 às 08:15 · Responder

      Se toma a pílula e se a toma de forma correcta, então provavelmente nem tem período fértil, visto que essa é uma das funções da pílula, portanto, não vemos motivos para se preocupar com uma eventual gravidez.

  11. val 7 de Setembro de 2011 às 15:01 · Responder

    Oi! Comecei a minha cartela na segunda feira, as 20:30 da noite. Ontem esqueci de tomar, e acabei tomando hoje pela manhã, as 10:30. Isso vai me ocasionar algum problema? Minha menstruação virá na pausa ou o esquecimento desregula a menstruação? Muito obrigada pela atenção.

    • Planeamento Familiar 7 de Setembro de 2011 às 18:32 · Responder

      Esquecimentos superiores a 12h podem colocar em causa a eficácia da pílula, é aconselhado que nos próximos 7 dias utilize protecção adicional como por exemplo o preservativo.

  12. Ana 16 de Setembro de 2011 às 16:02 · Responder

    A pilula etinilestradiol+Gestodeno Generis é totalmente eficaz?

  13. Necas 7 de Outubro de 2011 às 16:33 · Responder

    uso o Diu mas no proximo mes vou de ferias e nao queria ter menstruaçao o que posso fazer?

  14. Cristina Santos 20 de Outubro de 2011 às 10:41 · Responder

    Bom dia,

    Tomo a pilula Microginon e foi-me receitado o antibiótico Claritromicina Clacina 500mg gostaria de saber se este antibiótico corta o efeito da pilula que estou a tomar?

    • Planeamento Familiar 21 de Outubro de 2011 às 21:45 · Responder

      Segundo o simpósio terapêutico, a Claritromicina Clacina não interfere com a eficácia da pílula.
      Pode e deve continuar a tomar a sua pílula de forma regular e correcta sem se preocupar, pois a eficácia está assegurada.

  15. Sofia 28 de Outubro de 2011 às 09:34 · Responder

    Bom dia, Gostaria de colocar uma questão talvez estranha mas que me ocorreu…A vaselina corta o efeito da pilula?Obrigada.Cumprimentos

  16. Filipaaaaaaaw 2 de Novembro de 2011 às 23:05 · Responder

    Gostava de saber se posso ter relações sem camisinha descansada com o meu namorado, estando a tomar a pílula Yaz já a meio da segunda caixinha.

    Sei que se tomo a pílula não tenho período fertil, mas haverá problema se o fizer 12/13/14 dias depois da menstruação? Com ele ejaculando dentro de mim?

    • Planeamento Familiar 3 de Novembro de 2011 às 05:55 · Responder

      Se tomada de forma correcta a pílula é bastante eficaz, como tal sim, poderá ter relações à vontade, em qualquer altura do mês. No entanto nunca é de mais relembrar que os contraceptivos não são 100% eficazes.

  17. Eliene sales 14 de Novembro de 2011 às 21:25 · Responder

    olá boa, gostaria de saber se complementarmos anticoncepcional diferentes tem alguma alteração, exempo: tava tomando o contraceptivo Elaine ,só que ele não sessou a minha menstruação porque não quero mais menstruar, então resolvi tomar outro que se chama MInima, só q não terminei o Elaine e logo imendei com o minina, quais sãoos efeitos negativos e positivos.

  18. Eliene 15 de Novembro de 2011 às 19:48 · Responder

    não foi prescrita, eu q resolvi trocar por contra propia, quero saber se tem algum problema.

    • Planeamento Familiar 15 de Novembro de 2011 às 19:52 · Responder

      Não se deve auto-medicar, como tal a pílula deveria ser prescrita por um médico. O melhor é marcar uma consulta com o seu médico para se informar, já que ele saberá certamente qual a pílula mais adequada para si.

  19. Cristina 27 de Novembro de 2011 às 18:47 · Responder

    Olá! Tenho um dúvida, no dia 7 de Outrubro após a pausa normal dos 7 dias da pílula iniciei a toma normalmente e sem atrasos. Como na semana anterior andei a tomar medicação para o estômago pois adoeci e tive receio que a medicação diminuisse a eficácia da pílula, usei preservativo na relação sexual que tive (dia 8 de Outubro), não houve ejaculação para o preservativo. No dia 26 de outubro tive uma consulta de rotina na minha ginecologista na qual fiz uma ecografia transvaginal e estava tudo bem. Estou neste momento no quarto dia de pausa da pílula e tenho notado uma vontade imensa de urinar (quase de duas em duas horas)…é normal? Tenho notado também que a minha barriga está maior, mas pode ser tpm por estar na semana de pausa. O uso de pílula + preservativo tem uma eficácia de quase 100% correcto? Haverá alguma possibilidade de ter falhado algum dos métodos contraceptivos. Nota: após essa relação sexual, não tive mais nenhuma e menstruei. A menstruação veio 1 dia depois do normal, mas não notei nada estranho.

    • Planeamento Familiar 28 de Novembro de 2011 às 06:14 · Responder

      Correcto, o uso correcto da pílula + preservativo, é 100% eficaz na prevenção da gravidez.
      Aliás, o facto de ter menstruado anula qualquer possibilidade de gravidez, quanto a isso não vemos motivos para se preocupar.

  20. Cristina 28 de Novembro de 2011 às 14:01 · Responder

    É normal por exemplo só menstruar 5 dias após a última pílula? na caixa diz que a hemorragia ocorre entre 2 a 3 dias.

    • Planeamento Familiar 29 de Novembro de 2011 às 06:22 · Responder

      Varia bastante de mulher para mulher, bem como da pílula, por exemplo, a pílula pode ser fraca para si.
      Mas se tem essa preocupação, o melhor é consultar o médico que lhe indicou a pílula.

  21. Ana 23 de Janeiro de 2012 às 10:28 · Responder

    Olá.

    Desde já agradeço a vossa disponibilidade para me ajudar neste assunto.

    Tenho 23 anos e só agora é que vou começar a tomar a pílula, para poder
    estar mais segura nas relações com o meu namorado.

    Comecei a tomar a pílula Mercilon no domingo, 6º dia da menstruação
    (contando do primeiro dia que sangrei). Sei que devo tomar a pílula
    durante 21 dias e depois fazer uma pausa de 7 dias retomando no 8º dia.
    O que gostaria de saber é que precauções devo de ter pois comecei só a
    tomar nesse dia e se comecei correctamente, visto no folheto da
    embalagem informar que deve de ser entre o 2º e o 5º dia da menstruação.

    Agradeço a vossa ajuda neste assunto.

    Atenciosamente:

    Ana

    • Planeamento Familiar 24 de Janeiro de 2012 às 17:51 · Responder

      Geralmente quando é a primeira vez que se toma a pílula deve-se iniciar logo no 1º dia da menstruação. No entanto, se tomada de forma correcta a pílula é eficaz desde a primeira toma, porém geralmente aconselha-se o uso do preservativo durante as relações sexuais no 1º mês de toma. O procedimento que indicou está correcto (o da pausa), sendo que durante a pausa, a eficácia da pílula também mantém-se.
      É ainda de frisar que deve ter em atenção o horário da toma da pílula, já que esquecimentos e/ou atrasos podem colocar em causa a eficácia da mesma.

      • Ana 24 de Janeiro de 2012 às 21:43 · Responder

        Desde já obrigado pela resposta a questão anterior.

        Então, como é a primeira vez k estou a tomar a pilula, corro riscos grandes de engravidar no 1º mês, ou é apenas por prevençao que aconselham a utilizar presevativo?
        Em relação ao ter começado a tomar a pilula só no 6ºdia, ela vai ter o mesmo efeito?

        Atenciosamente:
        Ana

        • Planeamento Familiar 25 de Janeiro de 2012 às 10:00 · Responder

          Sim, a pílula terá o mesmo efeito.
          Geralmente é sugerido o uso do preservativo apenas porque, como é a primeira vez que toma a pílula é normal que possa haver algum esquecimento e/ou atraso até se acostumar. No entanto, tal como indicámos anteriormente, se tomada de forma correcta, ela é eficaz desde a primeira toma.

  22. Sofia 26 de Fevereiro de 2012 às 18:51 · Responder

    Boa tarde,
    Há uns anos, e por ter tido um avc, fui aconselhada a nao usar mais a pílula. Foram-me dadas algumas sugestões e entre elas o uso de espermicida (rendells) que até há cerca de 3 anos usei.
    Há já algum tempo procuro nas farmácias e parafarmacias um espermicida e a resposta tem sido sempre a mesma… Nao temos… :D estamos perante algum acto de sabotagem, ou efectivamente os espermicidas saíram do mercado? podem aconselhar-me um?

    • Planeamento Familiar 27 de Fevereiro de 2012 às 11:59 · Responder

      Como deve compreender não podemos sugerir nenhum, pelo que sobre isso deverá informar-se com o seu ginecologista, médico de família ou mesmo com o seu farmacêutico.
      Em relação à ausência de espermicida no mercado, já experimentou aconselhar-se no seu centro de saúde? Pois pode variar consoante as zonas do país.

  23. Sofia 27 de Fevereiro de 2012 às 18:53 · Responder

    Boa tarde,
    Desde já agradeço a atenção dispensada e a pronta resposta, e sim, compreendo perfeitamente que nao possam dar esse tipo de conselhos :)
    Depreendo pela resposta que os espermicidas nao saíram do mercado, podem é ter saído da minha cidade…
    Seguirei claro o conselho e discutirei este assunto com o medico de Familia assim que possível!
    Aproveito ainda para dar os parabens aos criadores e implementadores deste site e agradecer o contributo e o apoio que este site tem demonstrado no esclarecimento e aconselhamento de tantas mulheres

  24. rita 13 de Março de 2012 às 21:54 · Responder

    Olá boa noite, toma a pílula minigeste à mais ou menos um mês e meio, e comecei a segunda caixa no dia dois de março. Mas no dia 5 de Marco comecei a tomar o amoxicilina e acido clavulânico ratipharm, e parei hoje dia 13 de março, tive relações ontem sem usar preservativo, gostava de saber se o medicamente tira o efeito da minha pílula, agradeco a resposta rapidamente …. obrigada.

    • Planeamento Familiar 14 de Março de 2012 às 05:33 · Responder

      No que respeita à eficácia da pílula que toma, foi comprometida enquanto fez o tratamento com o antibiótico em questão. Sendo que se houve uma relação desprotegida pode ser possível sim originar uma gravidez.

      Se calhar seria mais conveniente da sua parte informar-se antes e não após o sucedido, já que poderia ter evitado essa situação!

  25. Helena 28 de Março de 2012 às 20:56 · Responder

    Boa noite. Tomo a pílula Etinilestradiol+Gestodeno Generis. Gostaria de saber se o antibiótico Claritromicina interfere com a eficácia desta pílula contraceptiva. Cumprimentos e desde já obrigada.

    • Planeamento Familiar 29 de Março de 2012 às 04:26 · Responder

      Relativamente à sua questão e verificando a interacção entre a pílula Etinilestradiol+Gestodeno Generis e o medicamento Claritromicina, o Simpósio Terapêutico confirma-nos que não existe qualquer tipo de interacção entre a toma deste medicamento e a eficácia da pílula.

  26. mary pinto 10 de Abril de 2012 às 13:07 · Responder

    ola

    necessito colocar a seguinte duvida, tive a minha menstruação teve o inicio no 29.02 .2012e terminou digamos dia 04.03.2012 era suposto ter de novo no dia 28/29 de março e nao veio. Comecei a tomar Microgynon mais so as castanhas por ai 5/6 dias para ver se a menstruação aparece mais ate agora nada.Achas que posso estar gravida?

    aguardo pela resposta.

  27. jecia stifania gomes vaz 10 de Abril de 2012 às 18:40 · Responder

    boa tarde chamo-me jéca stifania gostaria que voçes me falassem do metodo jadelle que é um contraceptivo que se coloca no braço.obrigada

    • Planeamento Familiar 11 de Abril de 2012 às 06:40 · Responder

      É de facto uma boa questão esta que colocou =)
      Esteja atenta ao dia de amanhã (dia 12/04) que iremos colocar um artigo sobre isso, juntamente com um vídeo demonstrativo.

  28. Jessica 11 de Abril de 2012 às 22:15 · Responder

    Ola boa noite gostava de saber quando posso ter relaçoes com meu namorado
    sem preservativo tendo o Impalnte…coloquei -o hoje pela primeira vez e ja alguns meses nao tomo pilul..ja posso ter relaçoes sem prevençao?

  29. Mafalda 2 de Maio de 2012 às 15:27 · Responder

    eu tumando a pirula e o meu namorado deixar o esprema ir para dentro eu que engravido?

  30. ana 5 de Maio de 2012 às 13:13 · Responder

    boa tarde

    Eu tomo a pilula diane 35 e tive com uma infecçao na garganta e foi-me receitado pelo medioc o antibiotico amoxicilina e acido clavulanico ratiopharm , e gostaria de saber se esse medicamento interfere com a pilula diane 35?

    • Planeamento Familiar 6 de Maio de 2012 às 09:30 · Responder

      Sim, a toma desses 2 antibióticos interferem com a eficácia da pílula, pelo que deve usar protecção adicional, como por exemplo preservativo.

  31. sonia l 15 de Maio de 2012 às 18:19 · Responder

    boa tarde tive a minha ultima relaçao sexual no dia 6/5 a noite e tomei a ultima ao dia 8/5 a noite..mas como ia na terceira caixa seguida sem parar desta ultima tomei do 29/4 a 8/5..ou seja da terceira tomei 10..Posso estar gravida por ter deixado de tomar 3 dias apos a relaçao sexual?tomo a clarissa

    • Planeamento Familiar 16 de Maio de 2012 às 04:57 · Responder

      Obviamente que ao tomar a pílula de forma errada a sua eficácia pode ser comprometida.

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